Publicado por: Felipe Pilleggi | junho 19, 2012

This is a Chrome Experiment – Web Mapa 3D

Gostaria de compartilhar este modelo de WEB MAPA que vêm sendo experimentado com base na nova linguagem HTML 5. Como já comentei anteriormente, um dos grandes diferenciais desta nova linguagem HTML5 é a possibilidade de trabalhar com o 3D diretamente no browser, sem a necessidade de instalar plugins, como Flash, Shockwave, aplicativos em Java, etc.

Acredito que será bastante prático para desenvolver um sistema de cadastro municipal, por exemplo, com o plano Z (elevação) das edificações. O Google Earth até nos possibilita a publicação de figuras tridimensionais do Sketchup, mas ambos softwares são desktop, diferente do que estamos a presenciar com essa nova tecnologia.

Abaixo, um mapa de crescimento da população global criado pela equipe da Google, utilizando os novos recursos:

http://data-arts.appspot.com/globe

Para quem trabalha com linguagem html5, já é possível baixar o código fonte deste projeto e criar seu próprio mapa: http://www.chromeexperiments.com/globe.

Abraços

Anúncios
Publicado por: Felipe Pilleggi | junho 15, 2012

GIS CLOUD

Olá pessoal.

Novamente venho compartilhar com vocês uma solução GIS em nuvem bastante interessante. Trata-se do GIS CLOUD, criado por uma empresa de Londres. Assim como o Arcgis Explorer e o SpatialKey (este já foi postado anteriormente aqui no blog), é uma ferramenta SIG em nuvem bastante avançada, com a possibilidade de criação de geometrias, manipulação de tabelas, importação e exportação de arquivos .SHP, ferramentas de GPS como rastreamento de veículos, além de sistema de sincronismo com mapas Google.
Além destes recursos, existem dois grandes diferenciais que vale a pena destacar:

– A possibilidade de acesso a banco de dados externo, como o POSTGIS e suas respectivas tabelas (layers) de geometrias.

– O sistema todo elaborado em HTML5. Ou seja, muito dinâmico, rápido e com muitas ferramentas novas surgindo (como a possibilidade de mapas em 3D sem a necessidade de plugins.). Foi feita uma comparação de volocidade entre o sistema Google Maps e o sistema Gis Cloud. Confira: 

 

Ao acessar o site, basta fazer um cadastro no site para utilizar todos os seus recursos: http://www.giscloud.com/app

 

GIS Business Analyst

 

 

 

Publicado por: Felipe Pilleggi | fevereiro 14, 2012

HTML5 3D

Sem a necessidade de Plugins, o HTML5 será uma grande evolução nos WEB-MAPAS 3D.

Aguardem…

Publicado por: Felipe Pilleggi | novembro 10, 2010

gvSIG 1.10 Lançado!

Imagine um software gratuito/open source que recebe todos os dias um novo aplicativo (criado por qualquer um) para as aplicações de SIG e geoprocessamento? Este software criado pelo governo espanhol surpreende a cada versão lançada. Confesso que suas primeiras versões não me agradaram muito, principalmente por questões de layout,  já que em nossa correria moderna, precisamos cada vez mais de atalhos e facilidades pra ganharmos tempo, deste modo não podemos gastar longas horas para aprender códigos que poderiam ser facilmente displayados. Estas limitações foram sendo aperfeiçoadas nas últimas versões do gvSIG, além de todos os problemas de compatibilidade que desestimulavam os usuários GIS. Confira o upgrade e fix dos problemas de compatibilidade:
  • Compatibilidade com Windows Vista e Windows 7;
  • Binários Compilando para JVM 1.6 (com compatiblilidade para JVM 1.5);
  • Integração da extensão Sextante (versão mais recente);
  • Integração da extensão NavTable (versão mais recente);
  • Legendas de gráficos de pizza e barra.

Como destacado acima, GVSIG é open source, e pode ser transformado, atualizado e enriquecido por qualquer um. As universidades do mundo todo, principalmente da europa e (sem dúvida) Brasil, criam constantemente novas ferramentas de processamento, e o software vem ganhando cada vez mais poder de trabalho.

Vale a pena baixar, fuçar, estudar, trabalhar e enriquecer a ferramenta. http://www.gvsig.org/web/projects/gvsig-desktop/official (Em português também)

Trabalho de Emilio Gomés Fernandes

Modelo 3D no gvSIG

[http://www.youtube.com/watch?v=KFiyLnB02JI]

Publicado por: Felipe Pilleggi | agosto 29, 2010

Modelamento de Terreno

Modelo Digital de Terreno

Pennsylvania, USA: MDT de 10 metros:

Fonte: 3D Topomap Gallerry from Satellite Imaging Corporation

Publicado por: Felipe Pilleggi | julho 16, 2010

Laser Scanner 3D – Como funciona?

Em breve mais informações.

Abraços

A empresa DIGITALGLOBE (EUA) anunciou que sua biblioteca agora contém mais de 1 bilhão de  quilômetros quadrados de imagens da terra, das quais 33% desse total não têm menos de 1 ano.

Os satélites da Digital Globe, WORLD VIEW-1, QUICKBIRD e o recém lançado WORLD-VIEW-2 , juntos formam a maior constelação de satélites da indústria mundial. Estes 3 satélites, juntos com a rede aérea da Digital Globe, fazem com que a companhia ofereça a maior coleção de imagens de alta resolução para clientes em todo o mundo. Todos os dias são adicionados em média 1,5 milhões de quilômetros quadrados de imagens, ou 3 vezes a superfície da terra anualmente. O resultado é a densa e completa biblioteca da imagens da Digital Globe, contendo galerias de imagens utilizadas como subsídio para tomadas de decisões críticas, em todos os setores de serviços e pesquisas.

Fonte: http://media.digitalglobe.com/

Publicado por: Felipe Pilleggi | maio 6, 2010

GIS Cloud

GisCloud.com

Uma das primeiras empresas de SIG a utilizarem a tecnologia do “Cloud Computing” (O que é isso? veja no WIKIPEDIA). Um grande exemplo de Cloud Computing são os programas da Google,  montados para serem utilizados dentro de seu navegador, e com armazenamento de dados dentro dos servidores de dados, na internet.

É possível fazer uma conta Free para conhecer o programa, alterar alguns dados a partir de um modelo pronto. Achei bastante prático. Confira:

Abraços,

Felipe

Publicado por: Felipe Pilleggi | abril 29, 2010

ARCGIS 10 : Ferramentas 3D, VISADAS e VÍDEOS

Olá,

Para quem ainda não conhece, posto aqui um vídeo muito interessante sobre as novas ferramentas do ARCGIS 10.

Nesta apresentação, são demonstradas inicialmente as novas ferramentas 3d do ARCGIS, que funcionam, de certa forma, similar aos modelos GOOGLE EARTH-SKETCHUP, mas fica evidente que a manipulação em formato GIS é muito mais elaborada, além do nível dos detalhes.

Outra ferramenta apresentada nesta nova versão é a de VISADAS de determinados ângulos. Ao meu vêr, fica evidente que a ferramenta busca analisar as condições de visão e os bloqueios visuais criados por barreiras naturais e artificiais, como por exemplo os edifícios. Acredito que esta ferramenta vai também possibilitar a análise dos ângulos de incidência dos raios solares e as consequêntes sombras geradas na paisagem, o que pode ser fundamental para pesquisas de climatologia, por exemplo.

Por fim, vale ressaltar a ferramenta de vídeos e/ou  animações georreferenciados. Esta deve ser talvez a mais importante novidade do Arcgis 10 para a pesquisa temporal. Acredito que para o estudo de desastres naturais, como análises do clima , de movimentos tectônicos, tsunamis, deslizamentos de terra, entre muitos outras, pode ser fundamental. Além dos vídeos georreferenciados, existe também a possibilidade de espacializar em sig vídeos locais, como os de câmeras de segurança.

Esperamos ansiosamente pelas atualizações,

Abraços.

Felipe

Publicado por: Felipe Pilleggi | fevereiro 12, 2010

Projeto de Monitoramento de áreas de risco de deslizamentos

“Especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e doInstituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) estão montando um projeto inédito de monitoramento de risco de deslizamentos na região metropolitana de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Salvador além de Campos do Jordão, Petrópolis e áreas da Serra do Mar.
A ideia é juntar a experiência dos dois centros de pesquisa – o Inpe nas previsões e modelos meteorológicos e o IPT na análise das situações de risco de deslizamento de encostas – e montar um sistema de alerta que previna tragédias como a de Angra dos Reis, onde morreram pelo menos 52 pessoas.”Estamos fazendo um protótipo que tem que ser testado e validado para depois ganhar escala”, diz o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Inpe.

Na semana que vem, técnicos dos dois institutos têm reunião com o vice-governador de São Paulo, Alberto Goldman, e com o secretário de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, para apresentarem a proposta. “Ainda temos muitas perguntas sem resposta, estamos em uma fase embrionária”, registra o diretor-presidente do IPT, João Fernando Gomes de Oliveira.
Há dez anos o Inpe vem estudando a dinâmica dos deslizamentos de terra que ocorrem depois de intensas chuvas. Pesquisadores trabalham num projeto de R$ 1,5 milhão, financiado pela Fapesp, que instalou oito pluviométricos automáticos na Serra do Mar. Com eles é possível saber em tempo real o volume da chuva.

O IPT, na outra vertente, é o braço técnico do plano de prevenção de riscos que identificou áreas ameaçadas em 74 municípios de São Paulo e existe há 20 anos. Se chove muito em determinada área de risco, técnicos do IPT ou treinados pelo instituto vão ao local conferir os sinais que identificam a possibilidade de deslizamento. Conforme a situação, disparam o alarme para retirar a população.

Há três pontos importantes em discussão no projeto do Inpe-IPT. O primeiro trata de conseguir coletar mais dados para alimentar o sistema com o máximo de informações sobre áreas de risco (características do solo, vegetação, declividade, por exemplo) e a partir daí desenvolver modelos. O segundo é integrar as informações do Inpe sobre clima com a base do IPT.Isto significa desenvolver um software que cruze a informação de uma tempestade em determinada região com o comportamento daquele terreno submetido a certo volume de água. “Temos que sobrepor estes dois mapas para saber qual o risco de deslizamento naquela região”, explica Oliveira. O terceiro ponto é logístico. “Temos que definir como aquelas informações vão fluir, como vamos comunicá-las à população”, continua.

O orçamento inicial de US$ 2 milhões para o projeto não inclui o custo com levantamentos geotécnicos – que estimam, por exemplo, qual o volume de chuva que coloca em risco um lugar. “Para o Brasil ter um sistema de Primeiro Mundo é preciso ter levantamentos geotécnicos sistemáticos que são caros porque não podem ser feitos mecanicamente e nem de forma remota”, diz Nobre. “A única maneira é ir ao local e checar.” Segundo ele, para o Brasil ter um sistema de alerta de avalanche ou rolamento de rochas como o da Suíça ou Itália, seria preciso ter um sistema pluviométrico em tempo real em dezenas de encostas e monitoramento 24 horas.

O projeto agora em discussão é o início. A intenção é envolver institutos e centros de pesquisa como o Geo Rio e outros. “Temos que saber quais os desafios de modelagem, o tamanho do projeto, quanto vale, qual a área em que será aplicado”, cita Oliveira. “A ideia é melhorar a capacidade do poder público de tomar ações preventivas” diz o geólogo do IPT Agostinho Ogura. “As cidades não vão mudar sua cara rapidamente, as áreas de risco vão continuar lá.”

O site do Inpe informa que este verão terá chuvas acima da média histórica no Sul e Sudeste. A notícia, divulgada antes do início oficial da estação, em 21 de dezembro, faz parte da previsão climática para o primeiro trimestre feita pelos meteorologistas do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Inpe, junto com centros estaduais e técnicos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).”

(Fonte: http://www.seesp.org.br/site/cotidiano/545-inpe-e-ipt-montam-projeto-para-monitorar-risco-de-deslizamentos.html)

Exemplo de Modelo

« Newer Posts - Older Posts »

Categorias

%d blogueiros gostam disto: