Publicado por: Felipe Pilleggi | junho 10, 2015

Teste Openlayers 3 com Mapa de Westeros (Game of Thrones)

Mapa de Westeros + OpenLayers

Link de Acesso:
http://www.lipnolip.web44.net/west/index.html

– Gerei este mapa a partir de um arquivo .PDF.
– Transformei os vetores em um arquivo .DXF e posteriormente .SHP.
– Com o .SHP, utilizei o complemento de exportação para OpenLayers do QGIS.
– Fiz algumas alterações no arquivo .JS gerado pelo complemento.
– Estou publicando em um servidor gratuito e deve apresentar problemas de performance.

​Abraços,

Felipe Pilleggi

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Publicado por: Felipe Pilleggi | junho 10, 2015

Fulcrum Map

Fulcrum é o melhor sistema de coleta de dados geográficos que experimentei até hoje.

For the browserFor iPhone

– Possui ambiente Web e ambiente Mobile ligados em tempo real.

– Disponibiliza formulários de coleta de dados pré-definidos de acordo com as áreas de interesse.

http://ahref=

– Os formulários são editáveis e o sistema permite a incorporação de novos campos.

– Os dados então podem ser salvos em .SHP, KML, Postgresql e outros sistemas de banco de dados.

​​

​Vale a pena testar a versão trial do produto (http://fulcrumapp.com/). Ainda não existe uma versão em português dos formulários.

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Felipe Pilleggi

Publicado por: Felipe Pilleggi | junho 9, 2015

Apple watch

8 things I learned from wearing an Apple Watch for a couple of weeks http://theoatmeal.com/blog/apple_watch

Publicado por: Felipe Pilleggi | maio 14, 2014

Publicador de Mapas Online com Linha de Tempo

Projeto interessante que possibilita a inserção de dados (shp, csv, etc) pelo usuário e a criação de mapas temporais.

http://mapstory.org/

Publicado por: Felipe Pilleggi | março 26, 2013

MDT Florianópolis

Complexo de moradias sobre o Morro da Cruz

 

 

Publicado por: Felipe Pilleggi | março 14, 2013

Visuais: Modelos Digitais no Global Mapper

Alguns trabalhos que venho realizando atualmente através do software Global Mapper. Foram gerados através de curvas de nível de metro em metro. As cores foram definidas de acordo com elevações de interesse.

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Artigo de Humberto Figliuolo encaminhando ao blog (Wagner Hiroi) que discute as necessidades e soluções das geotecnologias no período de verão brasileiro.

* Humberto Figliuolo

O imenso e diversificado território brasileiro torna difícil e onerosa a ação de governá-lo. A população, embora grande em termos absolutos, ainda é pequena para o espaço físico que tem de ocupar e está desigualmente distribuída no País. Além disso, esta mesma população apresenta descontinuidade em suas características físicas e culturais, não tendo – pelas condições em que vive – resistência necessária para enfrentar a presença crônica de doenças, por exemplo.

É no verão, época mais quente e chuvosa do ano, que acontecem os grandes problemas para as prefeituras e governos. Prova disso é que, nos últimos anos, acompanhamos tragédias ocorridas em várias cidades do país, tais como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Fortaleza. Esses acontecimentos estão ligados diretamente às mudanças climáticas advindas da ação do homem e do crescimento urbano não planejado.

Diante desse contexto, o maior desafio das prefeituras nesse período tem sido gerenciar situações recorrentes como fortes chuvas que causam enchentes, inundações e deslizamentos de terra em encostas e picos – que, por sua vez, atingem milhares de pessoas em situações de emergência. E, para solucionar situações como essas, é fundamental um trabalho em conjunto entre secretarias, empresas privadas e da própria população colaborando nos resgates e na reconstrução de desastres. Indo mais além, todas as secretarias municipais e estaduais acabam se envolvendo nos problemas causados pela falta de planejamento e pela ausência de uma política pública estruturada relacionada ao crescimento urbano.

O mais agravante é que já faz mais de dez anos ouvimos falar dos acidentes naturais nas épocas de verão e não sabemos o motivo pelo qual ainda sofremos tanto com estas consequências naturais. Usando os recursos tecnológicos e a inteligência geográfica, por exemplo, os gestores municipais conseguem mapear as áreas de risco criando sistemas inteligentes que avisam e antecipam à população sobre quando e onde esses episódios podem ocorrer. Ou seja, é uma aplicação preventiva, a qual é comprovadamente mais eficiente do que a aplicação corretiva.

Os Sistemas de Informações Geográficas são uma excelente alternativa para os tomadores de decisão pelo fato de gerarem um panorama preciso e, principalmente, em tempo real sobre determinada situação de risco para a municipalidade. O sistema funciona como um armazenamento de dados que envia informações sobre: índices de chuva, pontos ou bairros da cidade onde chove com mais intensidade, pontos de onde são realizados chamados para corpo de bombeiros ou centrais de policia e de urgência, entre outras. Tudo isso possibilitando determinar ações a serem executadas, além de onde e quando essas ações ocorrerão.

Ou seja, se mudarmos o foco da gestão e passarmos a executar ações preventivas (ao invés de ações corretivas) com o uso dos Sistemas de Informações Geográficas, é possível assegurar aos cidadãos serviços de qualidade, segurança e moradia, os quais são itens primordiais sob a responsabilidade dos gestores públicos.”

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*Humberto Figliuolo é líder de Marketing para Governo Municipal da Imagem

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Vale ressaltar que grande parte das prefeituras brasileiras “param” no verão por conta das férias, e existe uma necessidade de criação de centros de monitoramento e geoprocessamento que funcionem o ano todo.

Publicado por: Felipe Pilleggi | janeiro 1, 2013

Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 4.500 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 8 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

Publicado por: Felipe Pilleggi | julho 20, 2012

Global Mapper – View Shed Tool

Ferramenta View Shed Tool do Global Mapper v12

Ferramenta que possibilita o cálculo de visibilidade e alcance de um ponto sobre um modelo de elevação. Na prática, utilizado principalmente para projetos de torres de transmissão.
O primeiro passo é carregar um raster com elevação, ou mesmo um modelo digital de terreno. Feito isso, clique no icone View Shed Tool conforme destacado na figura abaixo:

Uma ferramenta no cursor será habilitada. Defina, sobre o mapa, seu ponto de interesse para aplicar a ferramenta, clicando com o botão esquerdo. Uma nova janela de configurações deve abrir, conforme imagem abaixo:

Nesta janela, são apresentadas diversas características que podem ser definidas para o cálculo de visibilidade. Como teste, iremos definir uma altura para a torre de transmissão, em relação a elevação específica do ponto que foi escolhido: Transmitter Elevation: 15 Meters Above Ground, ou seja, 15 metros acima do terreno. Outra característica que podemos alterar para um teste simples é a View Radius, tal qual define o raio de alcance de sua torre de transmissão. Neste caso, podemos utilizar 1 Kilometers (1 quilômetro)para que o processamento seja rápido. Será iniciado o cálculo de visibilidade.

Sobre seu modelo de elevação, deve aparecer a geometria correspondente ao cálculo de visibilidade, algo como a imagem abaixo:

Uma torre de 15 metros sobre este terreno específico, com um raio de 1km de alcance, estas serias as possíveis áreas de alcance. Vamos analisar em 3D como isso é representado. Clique na ferramenta VIEW 3D do Global Mapper, conforme figura abaixo:

Ambiente 3D

Ao abrir o ambiente 3D, tente navegar até o ponto da torre de transmissão, utilizando a ferramenta Rotate The View para rotacionar e a rodinha (scroll) do mouse para aproximar ou afastar. Quando estiver próximo ao ponto da torre, simule a visualização para todos os lados do mapa, para assim confirmar se o cálculo de visibilidade foi feito de forma correta. Abaixo, um exemplo desta situação:

O que está em vermelho, representa exatamente todas as áreas de visibilidade do seu ponto/torre de transmissão. Qualquer obstáculo físico irá interromper a visibilidade, e desta forma todo e qualquer terreno além deste obstáculo, não estará dentro do raio de visão.

Qualquer dúvida ou crítica entre em contato,

Felipe Pilleggi

Publicado por: Felipe Pilleggi | julho 19, 2012

Flood Alerts- Mapa de Alerta para Enchentes/Inundações

Projeto interessante realizado pela empresa Shoothill, da Inglaterra.
Trata-se de um sistema de alerta para enchentes, que conta com o monitoramento realizado pela Agência do Meio Ambiente da Inglaterra.
Segundo a empresa, o FloodAlerts é a primeira representação gráfica dos dados de alerta de cheias que fornece atualizações localizadas a cada 15 minutos, mantendo os usuários informados sobre os riscos de inundações potenciais em sua área.
Para monitorar um local, você terá de se registrar com o aplicativo “alertas de inundação” no Facebook. “Quando emitimos um alerta de inundação que afeta sua localização monitorada, você receberá uma notificação no Facebook e seu endereço de e-mail cadastrado no Facebook. Este alerta irá enviar-lhe um link direto para o alerta de inundação relevante (s) no mapa, dando-lhe a oportunidade de avaliar a situação como ela se desenvolve”.

Apesar da ideia parecer relativamente simples, um sistema como este, no Brasil, contribuiria de forma significativa em evitar perdas humanas e materiais. A utilização do Facebook como um meio de alerta torna essa iniciativa muito eficaz. Sabemos do investimento sendo feito pelo Governo Dilma para o monitoramento de áreas de risco, e modelos como esse devem ser adotados em todo o país.

Segue o link para o site (web mapa):
http://www.shoothill.com/flood/

Abraços,

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