Novo site da ESRI funciona da mesma forma que a WIKIPEDIA, só que específico para Geotecnologias. Ou seja, trata-se de uma enciclopédia de temas relacionados ao SIG, Geoprocessamento e Cia.
Confira: http://wiki.gis.com/
Felipe
Novo site da ESRI funciona da mesma forma que a WIKIPEDIA, só que específico para Geotecnologias. Ou seja, trata-se de uma enciclopédia de temas relacionados ao SIG, Geoprocessamento e Cia.
Confira: http://wiki.gis.com/
Felipe
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Voltando ao assunto do SpatialKey (SIG), este vídeo demonstra exatamente o que é essa nova tecnologia:
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No meu trabalho de conclusão de curso, procurei fazer uma análise geoambiental da minha área de pesquisa, a partir da análise geológica-geomorfológica.
Além de constantes trabalhos de campo para análise geológica, geramos um Modelo Digital de Terreno para visualização das diferentes unidades de relevo. Procurei então diferenciar cada unidade geológica-geomorfológica com a relação Altitude X Cor. O resultado foi melhor que esperado, já que a área de trabalho apresenta cada unidade de forma bem didática.
“Para gerar o Modelo Digital de Terreno, utilizado para análise da geomorfologia e declividade neste presente trabalho, o primeiro passo foi a utilização das curvas de nível das cartas topográficas do IPUF (2001). Porém, como as cartas topográficas continham diferentes informações da área de estudo, tais como estradas, áreas urbanas, recursos hídricos, grade UTM, entre outros dados que podem afetar a análise específica do relevo, foi-se necessário a exclusão dessas camadas (layers) que continham estas informações, deixando somente as curvas de nível. Criou-se então um novo arquivo, de curvas de nível. Até a altitude de 30 metros foram utilizadas curvas de 1 em 1 metro, para se obter um nível detalhado da planície; para as áreas com altitude superior a 10 metros, foram utilizadas curvas de nível com espaçamento de 5 metros. Como essas curvas não estavam cotadas, foi necessário acrescentar informações sobre as respectivas altitudes (as curvas foram cotadas), transformando-as em 3D. Esta etapa do trabalho foi das mais trabalhosas. Como as curvas foram geradas como polígonos separados, foi necessário selecionar polígono por polígono para cotá-las. Em um próximo passo, foi utilizado o software Dxf2xyz que permite a transformação de arquivos DWG (Autocad) em arquivos XYZ, os quais são compatíveis com o software Surfer 8, que foi utilizado para a geração dos modelos digitais do terreno (MDTs). O Surfer 8 é um excelente programa para a elaboração de modelos digitais do terreno, como mostra Zani, H. (2007). Neste programa, foi criado primeiramente um arquivo GRID com base nas informações XYZ. Utilizando-se do arquivo GRID, foi possível então aplicar a ferramenta SURFACE a qual transforma os dados tridimensionais em um arquivo de “SUPERFÍCIE”, gerando o Modelo Digital de Terreno.”
Modelo de Declividade
Ainda nesta monografia:
“O modelo de declividade, como discutido na metodologia, foi gerado com base no arquivo de curvas de nível das cartas planialtimétricas do IPUF, com escala de 1:2000. Como este trabalho se baseia na análise física do solo e relevo, também achou-se importante definir e analisar as áreas de declividade acentuada.
No Artigo 21 da Lei Nº 2193/85 (Plano Diretor de Balneários da Ilha de Santa Catarina), é considerado – no Item II – como Área de Preservação Permanente (APP):
“II – encostas com declividade igual ou superior a 46,6% (quarenta e seis e seis décimos por cento);”
Desta forma, os maciços da área de estudo que possuem tal declividade são irregulares e ilegais para a ocupação urbana.
Tomando por base esta cota mínima de declividade, foi gerado sobre o mapa de contorno no software Surfer 8 uma representação visual destas encostas com sensibilidade ambiental.
Como a declividade é representada pelo Plano Diretor em porcentagem, foi feita a transformação desses valores em ângulos, para ser possível aplicá-los no modelo do Software Surfer, o qual exige as declividades em ângulo. A declividade em porcentagem representa a tangente do ângulo vezes 100, sendo um ângulo de 45 graus igual a 100%. Sendo assim, foi preciso fazer o cálculo inverso para chegar nos valores do ângulo de declividade, além de transformar o valor da tangente do ângulo para o valor do ângulo de origem. Foi necessário dividir o valor de 46,6% por 100, e então calcular o arco-tangente do mesmo. Concluiu-se então que 46,6% de declividade é equivalente a 24,99° (ou 25°) graus de ângulo de inclinação. Estes dados de ângulo de inclinação iguais a 25° ou superior foram então classificados no software e representados com uma cor correspondente, diferentes das outras áreas inferiores a estes valores.
A figura 06 apresenta o modelo de declividade gerado. Nos tom de verde, foram classificadas as áreas com declividade igual ou superior a 25° graus. As áreas em branco representam todo o resto do terreno que apresenta declividade inferior a 25°.”
Abraços,
Felipe
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Confira este novo aplicativo de visualização de SIGS. É possível gerar modelos gráficos muito didáticos e de fácil manipulação. Alguns exemplos de mapa que ele gera são aqueles HeatMap (círculos de calor), Heatgrid, Circulos Graduados (dependendo da intensidade de data no local, maior será o círculo, etc)
Um dos pontos fortes desse programa é que ele é em Flash e muito leve.
Com certeza vai ser uma grande evolução em termos de visualização de SIGs. É possível se cadastrar e entrar em contato para teste. E na aba GALLERIES no site é possivel testar o PROGRAMA, com alguns exemplos padrões.
Confira em GALLERIES do site exemplos dos gráficos, sendo possível manipular o programa.

Expansão Wal Mart
Publicado em SIGS | Tags:banco de dados, flash, gis, mapas, programas, sig, Spatial Key, spatialkey
Trabalho de Conclusao do Geografo Glauco Ladik Antunes.
Neste trabalho, Glauco teve como objetivo analisar o uso e transormacoes do solo na circovizinhanca da Lagoa Pequena. A Lagoa Pequena e uma Area de Preservacao Permanente de Florianopolis.
Os mapas foram todos gerados atraves do ARCGIS. Foram feitos analises comparativas entre as areas urbanizadas x legislacao do CONAMA e do CODIGO FLORESTAL referentes as APPS. Fica evidente que a ocupacao irregular ja acontece nessa regiao.
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Mais um trabalho cedido para o Geofuture. Desta vez do meu ex-colega de Universidade Guilherme Stahelin Coelho.
Como trabalho de conclusão de curso, O Guilherme procurou fazer uma delimitação de APPs do Município São Pedro de Alcântara. Como principais resultados de seu trabalho, gerou 3 mapas no ArcGIS: O primeiro referente as Áreas de Remanescente Florestais. No segundo mapa, delimitou as áreas de preservação (conforme o CONAMA), onde criou um buffer com distância de 30 metros de preservação em relação aos rios, definiu as APPs inclusas numa área de 50 metros da nascente, APPs de áreas com declive superior a 45º, APPs de topo de morro e as de linha de cumeada. Já no terceiro mapa, fez um cruzamento de dados relacionando as áreas de remanescentes florestais com estas áreas de preservação.
Segue em anexo os 3 Mapas em PDF para download: Remanescentes , Apps , Remanescentes X Apps
Segue abaixo algumas Screens deste trabalho:
Excelente
Publicado em Uncategorized | Tags:App, ARCGIS, Área de Preservação Permanente, gis
Como é de grande interesse pessoal conhecer profundamente o funcionamento do Software VISUAL NATURE STUDIO, fui atrás de baixar a versão DEMO desse software em http://3dnature.com/demo6.php. É impressionante a quantidade de ferramentas existentes neste programa, e para um leigo no software, achei ele muito simples de utilizar.
Consegui abrir uma nuvem de pontos cotados (XYZ) e gerar um MDT. Mas ainda não cheguei ao ponto de trabalhar com a aplicação de TEXTURAS sobre o mesmo, algo do qual tenho bastante interesse quando analiso os trabalhos elaborados no software. Segue abaixo alguns destes trabalhos dos quais me refiro, que inclusive você pode conferir em: http://www.3dnworld.com/gallery.php
Se alguem já trabalha com este programa no Brasil, por favor entre em contato comigo pelo e-mail felkis@gmail.com para trocarmos algumas idéias.
Abraços
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Mande um E-MAIL para felkis@gmail.com com trabalhos relacionados ao geoprocessamento de dados, SIG, Modelos Digitais de Terrenos, entre outros. Estarei publicando com os devidos créditos.
Publicado em Imagens | Tags:ARCGIS, Publicação, Trabalho
Abaixo alguns trabalhos realizados com o software Visual Nature Studio, da empresa americana 3D Nature. Este programa possibilita a geração de ambientes virtuais baseados em curvas de nível, imagens de satélite, fotos aéreas, etc. Além disso, possibilita a criação de objetos 3D.
Trata-se de um programa muito utilizado para a pesquisa científica, para representar regiões de interesse, problemáticas ambientais, elementos do solo e relevo, entre outros.
Muitos dados gerados neste programa são inclusive utilizados pela mídia, em canais como a Discovery Channel e o National Geopraphic Channel.
Felipe
Publicado em Uncategorized | Tags:modelo digital de terreno, terreno virtual, visual nature studio
Está disponível o primeiro livro virtual com a ferramenta Google Earth como ilustação. Apesar do livro estar em outra língua, é possível entender perfeitamente o funcionamento da ferramenta. Trata-se de um novo meio de ilustrar e projetar os lugares, acontecimentos, caminhos, animar trajetos de uma viagem, etc.. a partir das imagens de satélite do Google Earth.
Confira em: http://www.senghorontherocks.net/part1.html
VALE MUITO A PENA!! Página 9!!
Felipe
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